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Monthly Archives: April 2013

29 Apr 2013

‘We need a theatre without spectators, in which those who watch learn instead of being seduced by images, in which those who watch become active participants instead of passive voyeurs. They will therefore be shown a strange unusual performance, an enigma for which they must search the solution.’   

Jacques Rancière in The emancipated Spectator

If you, dear reader, match this profile, browse through the work of Teatro Nacional21. We guarantee you a fun intelectual experience. No more inertia. Seat potatoes off the audience! 


“(…)É preciso um teatro sem espectadores, no qual quem assiste aprenda, em vez de ser seduzido por imagens, no qual quem assiste se torne participante activo, em vez de um voyeur passivo.(…) Mostrar-se-lhe–á, portanto, um espectáculo estranho, inusual, um enigma cujo sentido ele deverá procurar.”

Jacques Rancière in O Espectador Emancipado

Se o dear leitor corresponde a este perfil, pesquise o trabalho artístico da Teatro Nacional21. Asseguramos-lhe uma experiência intelectual fun. Basta de inércia. Fora da plateia com as passivonas!

Cláudia Lucas Chéu – April 8, 2013

29 Apr 2013

Jacques Rancière

Jacques Rancière

29 Apr 2013

Cláudia Lucas Chéu – O Espectador Emancipado (The Emancipated Spectator) / Jacques Rancière

06 Apr 2013

Poesia

Voei longe, ao refúgio mais longínquo

Onde me posso encontrar.

Onde espero de mim uma alvorada.

Na escuridão rasgada do dia,

Em que o sol descansa para a madrugada,

Fiz para ti o que sabia.

Deixei que a minha voz soasse…

Florbela Espanca has taught me to long for dawns and to overcome the sadness of the apparent loneliness of youth. It was in this poem that I found myself endowed with the awareness to feel that I am whole when I’m writing. And it was with these words that I chose to premeditate the path I want for myself. I will always let my voice sound at peace. Thank you, Flor d’Alma da Conceição, for so much that you have left me/us.

A Florbela Espanca ensinou-me a desejar alvoradas e a superar a tristeza da aparente solidão da juventude. Foi neste meu primeiro poema que encontrei a consciência para sentir que a escrever estou inteira. E foi com estas palavras que escolhi, há exatamente quatro anos, premeditar o caminho que quero para mim. Deixarei sempre que a minha voz soe em paz. Assim te agradeço, Flor d’Alma da Conceição, por tanto que me-nos deixaste.

Rita Dias – March 23, 2013

06 Apr 2013

Florbela Espanca

Florbela Espanca

06 Apr 2013

Rita Dias – Poesia 1918-1930 – Florbela Espanca