“Nous sommes pauvres en argent, mais riches en musique”
Ali Farka Touré em Monsanto
Podem ver a reportagem na galeria.
Aproveito para referir que aos fotógrafos presentes foi imposta uma limitação referente ao número de canções que podíamos fotografar (limitações emanadas da editora segundo a organização). Acho que essas restrições só poderiam fazer sentido se os fotógrafos abusassem das flashadas na cara dos músicos (embora as luzes de palco sejam muito mais luminosas), ou se os músicos se distraissem com as movimentações frenéticas destes em busca do melhor ângulo.
Para quem acha que 3 miseras músicas é suficiente, desengane-se!
Houve muitas alturas em que a interacção entre os músicos proporcionaria boas fotografias, e ali estávamos nós com as máquinas desligadas a ver passar os comboios.
Ainda mais rídiculo isto se torna quando se via o público a fotografar algremente sem qualquer problema (num espaço daqueles é impossível controlar). Bastava a qualquer um de nós ir para o meio deles para continuar a fotografar na maior das calmas, pelo que estas restrições são idiotas e fácilmente contornáveis.
Concluindo, deixem os fotógrafos fazer o seu trabalho em condições e não os tratem como leprosos!
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