Ver não é ver tudo

RetortaMobile(820)

Mobile photo - Mário Pires

Este fim de semana tive ocasião de confirmar que um bom formador pode suscitar a curiosidade e tornar interessantes os assuntos mais complexos.
Participei no curso de formação A PERCEPÇÃO VISUAL APLICADA ÀS OBRAS DE ARTE OU PORQUE É QUE VER NUNCA É “VER TUDO”, dado na Fundação Gulbenkian pela formadora Ana Gonçalves.
Os objectivos do curso eram:

Favorecer a compreensão de uma abordagem da realidade e das obras de arte a partir do ponto de vista (subjectivo) do observador;

Dar a conhecer algumas das principais linhas orientadoras da Percepção Visual enquanto campo de investigação;

Favorecer a discussão e a reflexão em torno de conceitos e pares de conceitos tais como: percepção/representação; realidade/ilusão; inferição, memória e conhecimento prévio; forma, espaço, cor e movimento.

Com base neste ponto de partida, no primeiro dia vimos como as questões biológicas e fisiológicas que estão na origem do acto da visão, e no segundo falámos dos factores psicológicos que a influenciam. Ao longo dos dois dias a formadora nunca deixou o grupo esmorecer ou ficar indiferente, foi uma experiência enriquecedora, e espero participar em muitos outros.

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