Assim que ficar disponível tenho de comprar este livro!
Razões ?
Quem consegue conceber estes dois trabalhos abaixo, mantendo a coerência com o universo do artista e uma qualidade estética invejável merece todo o meu respeito.

Doremi Fasol Latido by Hawkwind (1972) / Ian Dury & the Blockheads logo design (fim dos anos 70)
Se quiserem conhecer mais podem visitar este endereço, que já destaquei há algum tempo.
Mão Morta - Forum Lisboa 2005 from Mário Pires on Vimeo.
Não percebi porque é que desapareceram os videos dos Mão Morta que estavam no Vimeo, mas o facto aborreceu-me bastante (detesto quando faço a ligação a um determinado conteúdo e este desaparece).
Mas como tinha filmado igualmente uns bocados do concerto, achei que devia colmatar a falha e assim aqui fica uma das músicas (as outras podem ser vistas ali na bara lateral ou na minha conta do Vimeo).
Comprei muito recentemente estes 3 livros, e embora nenhum deles seja muito volumoso, de todos retirei bastante satisfação.
Este livro de Bruno Munari é uma demonstração do que uma mente criavtiva pode fazer com um tema e meios extremamente humildes.

Duane Michals é um fotógrafo consagrado que sentiu necessidade de ser panfletário e fotográficamente incorrecto em relação a alguns fotógrafos (uns directamente nomeados e outos evocados sem grandes preocupações de subtileza). No seu livro “Foto Follies - How photography lost it’s virginity on the way to the bank” exprime sem rodeios a sua opinião sobre o mercado da fotografia de arte. Fartei-me de rir com as ideias fotográficas aqui expressas, só me lembrava do manifesto Anti-Dantas.

Por último, muito distante destas água agitadas, o livro de David Linch, “Catching the Big Fish“, apresenta as suas ideias sobre criatividade e processo de criação artística, que me deu muito que pensar em relação à minha prática fotográfica.
A Educação do Príncipe. Obras-primas da Colecção do Museu Aga Khan.
De 14 de Março a 6 de Julho de 2008
Galeria de Exposições Temporárias do Museu Calouste Gulbenkian
Ao contrário do BES Foto de 2007, este ano não me foi possível ir à inauguração (com grande pena minha porque a inspiração para a má-lingua é sempre grande!) do BES Foto. A edição deste ano versava mais em conteúdos fotográfico/decorativos, não se encontrando nenhum dos delírios botânicos e narcisistas do ano anterior.
Mas foi um pouco picar o ponto, já que nada daquilo me prendeu a atenção, tendo sido muito mais agradável o passeio em si do que o visionamento da exposição. Talvez um dia o BES invista em realizar workshops de uma semana com fotógrafos estrangeiros que tenham muito a comunicar a quem quer aprender e não apenas a estar presente.
Muito mais frutuosa foi a visita à exposição que encabeça esta entrada. Cada peça exposta encerrava um mundo de conhecimento e de arte, independentemente do seu uso original, ali estavam elas a falar connosco após séculos de uso. Aconselho vivamente uma visita.
Já conhecia a loja, mas nunca me tinha passado pela ideia encomendar pins personalizados, até que um dia pensei, e porque não ?
Como o investimento monetário não era grande, nem foram precisos grandes cálculos de ROI :).
Modifiquei ligeiramente o meu logotipo para se ajustar ao formato, enviei através do formulário próprio e alguns dias depois eis que eles chegam!