
No dia 1 de Novembro de 2001, no já extinto Diary X, começei a minha aventura no reino dos blogues.
A imagem acima regista a última entrada dessa estreia, já que as outras ficaram sem as imagens que as acompanhavam, perdidas num link já há muito desaparecido.
O meu crescimento como bloguer ocorreu no sistema LiveJounal, a que aderi logo de seguida, já que o Diary-x era extremamente limitado (tenho uma alergia ás limitações impostas por outros).
Entrada que anunciava a exposição do BZKGroup no Padrão dos Descobrimentos
No entanto as dificuldades de mudar o design e as funcionalidades deste sistema, levaram-me a procurar um outro que me proporcionasse mais liberdade.
O que resta desta conta (que apaguei por achar que estava demasiado “contaminada” por irrelevâncias pessoais) pode ser visto no Internet Archive.
Muito caminho percorri, passando por sistemas de alojamento central, aquisição de um domínio e de alojamento próprio, edição de templates e instalação de software próprio e sua configuração. Passei incontáveis horas a resolver problemas e escassos minutos a sentir a satisfação da vitória, mas faria tudo de novo, porque em todo este processo aprendemos sempre qualquer coisa de útil, quando mais não seja que há dias em que devíamos ter estado quietos!
Agora, sete anos depois, encontro-me a planear uma reestruturação deste blog, por forma a reflectir melhor os meus interesses e actividades. Ao longo de janeiro, não estranhem se o aspecto mudar, já que gosto de fazer os testes em directo, com todos os riscos que isso acarreta, a vida sem nenhum desafio fica demasiado insossa para o meu gosto.
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No dia 14 vou apresentar no IV Encontro de Blogues, uma comunicação denominada, Para uma cultura da colaboração em rede, no 2º Painel – Blogues culturais e educação.
Procuro com essa apresentação lançar a discussão acerca da possibilidade de se lançarem projectos verdadeiramente colaborativos na Web portuguesa, tanto com e sem fins lucrativos. Acho que já era tempo de isso acontecer, não é uma questão tecnológica, é uma questão de vontades individuais.
Mantenho algum optimismo a esse respeito, porque acho que entre todos os internautas, haverá certamente uma pequena minoria com loucura suficiente para abraçarem projectos com estas características.
Programa do Encontro
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Comprei muito recentemente estes 3 livros, e embora nenhum deles seja muito volumoso, de todos retirei bastante satisfação.

Este livro de Bruno Munari é uma demonstração do que uma mente criavtiva pode fazer com um tema e meios extremamente humildes.





Duane Michals é um fotógrafo consagrado que sentiu necessidade de ser panfletário e fotográficamente incorrecto em relação a alguns fotógrafos (uns directamente nomeados e outos evocados sem grandes preocupações de subtileza). No seu livro “Foto Follies – How photography lost it’s virginity on the way to the bank” exprime sem rodeios a sua opinião sobre o mercado da fotografia de arte. Fartei-me de rir com as ideias fotográficas aqui expressas, só me lembrava do manifesto Anti-Dantas.





Por último, muito distante destas água agitadas, o livro de David Linch, “Catching the Big Fish“, apresenta as suas ideias sobre criatividade e processo de criação artística, que me deu muito que pensar em relação à minha prática fotográfica.
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