Escritos Pop

A propósito dos textos de MEC referidos no O Comprometido Espectador, Homem a dias e Terras do Nunca, a primeira vez que vi um texto dele foi no semanário O Jornal, em fins da década de 70. Seguiram-se textos no Sete e na Música e Som, estes ao mesmo tempo que ele fazia o memorável programa “Aqui Rádio Silêncio”.

Não tenho o Escritica Pop porque entretanto já achava que os textos se tinham tornado desinteressantes e “engraçadinhos” e nesse aspecto concordo com o que diz o O Comprometido Espectador. Também prefiro de longe o early-Mec ou infant-Mec.

Por outro lado a substituição de Marx por Mec no livro citado entre duas edições faz todo o sentido, tendo em conta o ano da edição onde figura Marx.

Mas falando de livros esgotados, tenho aqui dois exemplos perdidos no tempo.

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A citação da contra-capa é reveladora do espirito do tempo:

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Embora não seja referido nesta edição, o livro original foi publicado em Düsseldorf em 1972, com o título Das bush der neuen pop Musik. Tendo em conta a época espanto-me que a edição portuguesa tenha sido feita no ano seguinte.

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A abordagem é feita no sentido de demonstrar os perigos que espreitavam a indústria musical nascente.
Pela paisagem que hoje temos o livro até tinha razão e ainda hoje se lê muito bem.

O segundo exemplo foi o primeiro livro sobre música que comprei, levado pela recomendação entusiasta de José Nuno Martins num programa de rádio.

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Há anos que não o folheio, mas pelo que a minha memória guarda era uma análise bastante minuciosa da “cena inglesa” dos anos 60. O livro foi publicado em 1970.

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