Nunca é demais insistir

TARKOVSKI - Esculpir o Tempo
mobile photo &copy 2005 Mário Pires

[...] a liberdade não pode ser uma coisa gratuita, como a água de uma fonte, que não custa um centavo e não exige de ninguém qualquer esforço moral; se é assim que o homem vê as coisas, ele jamais poderá usar as vantagens oferecidas pela liberdade para mudar sua vida para melhor. A liberdade não é uma coisa que se possa incorporar de uma vez por toda

8 Responses to “Nunca é demais insistir”


  1. 1 fabricio borges Sep 6th, 2005 at 4:22 pm

    é sempre inspirador passar por aqui Mário….fantástico….um abraço

  2. 2 Retorta Sep 6th, 2005 at 4:38 pm

    Obrigado Fabrício

    Um abraço

  3. 3 J.P.Casainho Sep 6th, 2005 at 8:26 pm

    Olás!!

    Gostaria de ter ido ao Avante especialmente por Brigada Vitor Jara. A ano passado foi a primeira vez que lá fui mas não gostei muito, relativamente

  4. 4 Paulo Renato Sep 7th, 2005 at 7:08 pm

    Como parte do público que por aqui tem passado permita uma palavra de homenagem

  5. 5 francisco Sep 8th, 2005 at 12:08 pm

    Eu devia lembrar-me mais vezes do TARKOVSKI …
    Obrigado Mário. Vou repescar um pouco para o blog da Íntima.

  6. 6 Retorta Sep 13th, 2005 at 5:54 pm

    Francisco, Paulo e Casaínho, obrigado pelas vossas palavras e desculpem ter demorado tanto a publicar os comentários, mas esta nova versão do Movable Type esconde-os e só agora dei com eles por publicar.

  7. 7 JC Duarte Sep 16th, 2005 at 12:09 pm

    Pois é!
    Esse conceito de “Educar o espectador” define uma atitude interior de superioridade de quem produz em relação aos demais, coitados, que têm muito que aprender até chegarem ao seu nível.
    Não sei se serei bom, mas com toda a ceteza que há muitos e muitos com quem terei muito a aprender.

  8. 8 Retorta Sep 16th, 2005 at 12:23 pm

    Pois é Duarte, é fácil pegar no conceito de “educar” e colocar esse preconceito naquele que o pretende fazer.

    Mas podes passar por cima do facto que a educação visual da maioria das pessoas ser nula ou reduzida ?
    Eu não acho que estejamos todos ao mesmo nivel de conhecimentos e capacidades, porque os nossos percursos, entusiasmos e motivações são diferentes.

    Em vez de utilizar a palavera “educar”, posso substitui-la por “mostrar caminhos” e “fazer reflectir”. Se os mais timoratos não se consideram capazes de dar um contribuito válido (ainda que modesto) para mudar esse estado de coisas, não é o meu caso e não é o de muitos outros.
    E eu não fica apenas a “falar” no ar, eu ago!

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