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O Retrato de Dorian Gray de Oscar Wilde, publicado em 1891 e lido por mim em 2014, abanou o meu alicerce vertebral. Fez-me curvar sobre mim mesma. Fez-me dobrar perante evidências. Fez-me girar sobre o eixo da consciência. Dorian Gray fugiu de si mesmo, procurando uma existência à superfície. Dorian Gray fugiu da sua semelhança; de uma semelhança que nunca quis fugir dele.

O objectivo da vida é o desenvolvimento próprio, a total percepção da própria natureza, é para isso que cada um de nós vem ao mundo. Hoje em dia as pessoas têm medo de si próprias. Esqueceram o maior de todos os deveres, o dever para consigo mesmo. Oscar Wilde

Cláudia Camacho – March 9, 2015

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