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Rosinha, minha canoa

Quando estou farta da correria dos dias, das tristezas e das angústias, volto sempre – é inevitável – a “Rosinha, minha canoa”. E assim acontece desde os meus 17 anos. Eu volto sempre. É vogando na canoa, ouvindo histórias e lengalengas, percorrendo o Rio Araguaia de cima abaixo, com o Zé Orocó (o velhinho que prefere viver junto da Natureza, escutar os seus ecos e conversas e confidenciar o que sente a uma canoa tão especial), que reencontro a minha alma infantil, o meu sorriso, o meu equilíbrio. Reencontro-me. Este livro é um hino à Vida e à Alegria. À pureza e aos sorrisos. À amizade e à ternura. À beleza e à inocência. Este livro é, também, um violento “não” ao materialismo que destrói.

Isabel Castelo Branco – March 16, 2015

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