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Monthly Archives: June 2016

20 Jun 2016

Obra Poetica – Sophia de Mello Breyner Andresen Poesia….quase sussurrada…como uma oração…tal como a fé, algo de tão pessoal e íntimo, sentido dentro da minha alma. Assim foi a poesia para mim durante muitos anos, tantos, que lhes posso atribuir uma eternidade. Seria dificil explicar a razão; as almas introvertidas e sensiveis padecem por vezes de males que não são deste mundo, inexplicáveis. Talvez porque a poesia, se exultada abertamente, revelaria o ser que habitava nas profundezas do meu mar, […]

20 Jun 2016
20 Jun 2016

Helena D’Almeida – Obra Poética / Sophia de Mello Breyner Andresen

14 Jun 2016

Tao Te Ching – Lao-Tse Tao Te Ching, “Livro que leva à Divindade” ou “O Livro que revela Deus” , nasceu na China há dois mil e seiscentos anos. Encontra-se entre os Grandes Livros da História da Humanidade. Os seus 81 pequenos aforismos contêm em si uma sabedoria profunda que veio a inspirar diversas filosofias e religiões, principalmente o Taoísmo e o Budismo Zen. Lao significa idoso, maduro, sábio que significa literalmente ancião, com o sentido de espiritualmente maduro. Tsé […]

14 Jun 2016
14 Jun 2016

Joana Miranda – Tao Te Ching / Lao-Tsé

06 Jun 2016

O Lobo das Estepes – Hermann Hesse Adoro ler. Os livros serão das poucas coisas, (acho que até únicas mesmo), que não empresto a ninguém. Normalmente tem algumas notas minhas, emoções que senti na sua leitura. Gosto de os folhear de volta e em vez, sentir o seu cheiro. Tenho alguns na minha mesa de trabalho, para que não me esqueça de algumas emoções que quero ter presente na minha vida. Assim fica fácil de os relembrar e que sejam […]

06 Jun 2016
06 Jun 2016

Raquel Soares – O lobo das estepes / Hermann Hesse

01 Jun 2016

Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres – Clarice Lispector Não sei há quanto tempo o tenho, mas há muito, E lembro-me que o que me atraiu foi a capa. Lembro-me de o ter folheado na livraria e de bater com os olhos neste parágrafo: “Pareceu-lhe então, meditativa, que não havia homem ou mulher que por acaso não se tivesse olhado ao espelho e não se surpreendesse consigo próprio. Por uma fracção de segundo a pessoa se via como um objecto […]